Dias atrás lembro de ter saído de um restaurante prometendo nunca mais voltar. Acabei voltando. Em muitos lugares o produto “se vende”, e talvez a singularidade de tal, o faça ponderar a péssima prestação de serviço pela satisfação de consumi-lo.
Não me julgo capaz de propor através deste espaço um boicote às pessoas que são pessimamente tratadas por um serviço de atendimento “aleijado”. Mas posso sugerir que sejam mais exigentes e atentas aos que têm o dever de vos proporcionarem ao menos o bem estar naquele ambiente.
Não é de hoje que vivencio experiências inacreditáveis de descaso de funcionários com seus clientes, de forma explícita e revoltante.
Imaginar que numa cidade como Foz do Iguaçu, que recebe turistas do mundo todo, que tem uma população permanente exigente e consumidora, contempla em vários segmentos comerciais uma prestação de serviços tão mal preparada.
Um problema que parte da própria administração do local à consciência do colaborador quanto ao seu papel não só ate ao empregador, e sim ao cliente, a principal fonte de manutenção de seu próprio emprego e estabelecimento respectivamente.
Sabe-se que o investimento em treinamentos e a valorização do funcionário são fundamentais para que o mesmo desempenhe sua função com excelência. E valorização não significa simplesmente elevar salários. Eu falo em motivação, reconhecimento, condições ideais de trabalho. Pois certamente um funcionário satisfeito presta um atendimento melhor e o resultado disso é a cadeia de satisfação completa. Proprietário, colaborador e cliente.
Não é a toa que as maiores empresas do Brasil e do Mundo adotam periódicos programas de treinamento nos quais dá-se aos seus funcionários além do conhecimento pleno de como desempenhar seu papel na empresa, incentivo e reconhecimento inclusive nos cargos de menor nível hierárquico.
Este tipo de investimento é fundamental, mesmo que haja contratempos. Obviamente por razão ou outra existem extensões de determinadas empresas que evidenciam falhas em seu contato com o cliente e a forma como o produto é entregue, principalmente as maiores cadeias, pelo fato de alguns de seus responsáveis em determinadas localidades não administrarem da forma correta, colocando interesses particulares à frente dos interesses da empresa.
Quem sofre novamente é o consumidor.
Por isso, cabe ao maior atingido pelo mau profissionalismo, cobrar destas pessoas uma melhora. De que forma? Expondo a insatisfação. Geralmente saímos do local prometendo não voltar, como iniciei o texto, mas o fato é que a maioria das pessoas simplesmente esquece e volta, e só relembra o fato ao ser abordado novamente pela equipe do estabelecimento.
As maiores empresas possuem um canal direto de comunicação, enquanto nas menores geralmente se tem uma maneira de transmitir ao gerente e ou até ao próprio proprietário.
Converse, deixe uma anotação, sempre de forma educada.
Eu tenho certeza que alguns lugares específicos logo apresentarão mudanças, uma vez que seu serviço demonstra-se tão evidentemente insatisfatório.
É preciso que nossa cidade receba bem. Aliás, este é o “be a ba” do anfitrião. Não consigo mais acreditar que nesta cidade existam pessoas servindo tão mal a população e seus turistas.
É sabido que se trabalha muito para construir-se uma boa imagem e que um deslize qualquer suja esta mesma imagem com muita facilidade.
E considero injusto aos que trabalham bem e as empresas que investem nisso carregarem o estigma de que a prestação de serviços em Foz do Iguaçu é ruim.
E isso acontece.
Os setores de comunicação direta à população e turistas necessitam de um serviço excelente.
Bom café.
Adorei seu texto e realmente concordo plenamente com vc.O fato não é só esquecer o episódio e voltar depois.tb tem o fato das pessoas se acomodarem e não fazerem nada,simplesmente não voltam mais,ou seja,as coisas não mudarão com a nossa omissão,falta de tempo,preguiça,etc...
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