Twittar. Esse é o “verbo”. A nova febre da Internet que se reinventa de tempos em tempos. Conversas simultâneas com os amigos já não têm graça. Rede de amigos como Orkut, também não. Ser atual no mundo virtual é ser um seguidor do Twitter. Ferramenta criada com intuito de atualizar em curtos espaços de tempo os seus afazeres cotidianos, o aplicativo revelou-se uma ferramenta e tanto nos meios de comunicação.
As principais personalidades e instituições do Mundo lançam em primeira mão suas novidades no “site”, para todos os seus seguidores ao redor do Mundo saberem. O furo da notícia agora “pula” o profissional do jornalismo. Mais uma vez o segmento sofrendo na mão da tecnologia. Herói ou vilão?
No Brasil, país do futebol, a figura de treinador da Seleção Brasileira é quase tão importante quanto do Presidente da República. Ou seja, tudo o que dizem e fazem é super dimensionado.
Agora quem acompanhou a entrevista coletiva do cidadão apelidado Dunga ontem pela televisão deve ter ficado assustado. Ele esbanjou seu “dialeto” incompreensível e pobre, ao pé da letra, a sua falta de conhecimento da língua portuguesa e suas regras. O famoso “com nós” (entenda-se conosco) é comum em suas aparições. Ontem ele inovou, lançou um “adapto”, ao invés de adaptado, ou apto. O pior é que ele repetiu a mesma palavra umas cinco vezes.
Tudo bem, o negócio dele é futebol, mas uma pessoa pública importante como ele deve preocupar-se com o básico. Falar direito.
Mas, como falei no início, ele e o Presidente... é melhor deixar de lado.
E o Massa hein. Que azar. Uma mola sai quicando na pista e entra justamente no único lugar não protegido do seu equipamento, um espaço de cerca de 15 centímetros no capacete. O impacto foi semelhante ao de um tiro. Curiosidade sobre o caso: o Massa estava andando atrás do Rubinho. Era um treino classificatório, tudo bem, mas ninguém nunca anda atrás do Barrichello. É ele quem anda atrás dos outros. Coisas estranhas evocam situações peculiares. O legal agora é seguir os passos da recuperação do Felipe. Os maiores portais estampam nas suas páginas principais: “Massa já fala. Massa já abre os olhos. Massa sente fome.” Daqui a pouco eles colocam lá: Massa vai ao banheiro e larga um... (que nojo). É tudo tendência. (Lembram do que falei do Twitter lá no começo da coluna?)
Os “reality shows” estão cada vez mais originais não? Não.
Eu acho curioso o método de seleção dos participantes da “vida real”. Ou são modelos, empresários, promoters e publicitários. Nada contra esses profissionais. Mas é óbvio que são todos desocupados, conhecidos de alguém da emissora, ou da produção ou de algum diretor, que assina um acordo aonde o foco é ficar mostrando partes do corpo em rede nacional. E ao sair dali, posam nus, para revistas masculinas, femininas, gays... animais... etc.
Ótimo para a cultura tupiniquim.
Bom café...
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